Arquivo da categoria ‘just for the record’

Ficar doente é uma merda.

Julho 16, 2008

Oi, eu tenho uma garganta, que está inflamada, quase fechada e não passa nem pensamento. Aparentemente yakult não passa também – eu tentei tomar mais cedo e rapaz, nem todo o yakult do mundo vale tal sofrimento.

Eu também tenho uma pressão baixa BACANA e ontem, estava eu feliz no mercado, na fila das carninhas esperando minha vez pra comprar pedaços de frango porque doente-sem-canja eu não vivo, quando eu senti a familiar sensação: pernas kd, foco kd, suor gelado, mão pesada.

O famoso “pronto, fodeu”.

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“Mãe, arruma sal pra botar embaixo da minha lingua. Agora.”

“Tá de sacanagem, vai desmaiar?”

“Uhum”.

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Mães se comportam de forma diferente com filhos que desmaiam por aí? A minha solenemente abandonou as compras nalgum canto do mercadinho e me levou pra comer alguma coisa, depois ficava indo e voltando, fazendo compras à prestações, de vez em quando ficava aliviada, porque eu estava me sentindo enjoada e esquisita o dia todo e ela já tava “ai caralho tá grávida essa porra” ficando preocupada. Depois que cheguei em casa eu tomei algum desses remédios pra dor e dormi feliz enquanto ela fazia canja. Foi bom. Foi feliz. Mãe perto pra fazer canja é muits legal. Não estar enjoada a toa nem desmaiando também.

Mas poxa eu tou toda zuada. Eu nunca fico toda zuada. De todos os lados sabe? Acho que todas as complicações possiveis de uma gripe já rolaram. Menos pneumonia… taí -  vem pneumonia, vem que eu te espero lá fora… cretina. Te parto a cara. Vou quebrar teu salto da DI SANTINNI, rasgar tua meia-calça *insira marca de cheap meia-calça aqui, porque eu não entendo picas sobre isso* e puxar tanto, tanto teu cabelo que teu megahair de microlink da RUA DALFÂNDIGA vai sair na minha mão. Vadia.

(Porque eu imagino pneumonia como uma puta barata, não tenho idéia. Porque eu não sou confiável com duplos sentidos e acho a idéia de me engalfinhar com uma “puta barata” engraçada, é meio lógico. Gents, realiza: eu e um BARATÃO de 2 metros e meio lutando locamente, com saltos, cílios postiços e carnês da DI SANTINNI voando ao redor. Não é uma cena MUITO LEGAL? Poisé, também acho.

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Aí eu lembrei que a última vez que eu desmaiei foi tipos na aula de primeiros socorros do curso de dirigir carrinhos. De novo: eu desmaiei com sangue fake laranja. SANGUE LARANJA! Meu deus.

Como pode uma pessoa aguentar, sei lá, massacre da serra elétrica e visita ao hemo-rio e desmaiar com filminho? Que supostamente era pra me ensinar a como lidar com situações bizarras, ou nem muito bizarras assim? Que coisa. Eu sou resistents a sangue e tudo mais, sei lá se o que fodeu foi a vibe “de acidente” do videozinho, só sei que achei uma bosta. Se eu bater de carro algum dia, que tenha alguém mais no carro, senão fodeu.

Falando em carro, dessa vez consegui chegar no lugar da prova e fiz e passei. LALALA.

(Brigada, boo, vou VOAR comigo até lá e me dar uma aula de como se dirige defensivamente na prática. [/ironia] Brincadeira, ela dirige bonitinha)

Updates

Julho 11, 2008

1) Estou a ponto de trocar de chips de celular com a minha mãe porque eu viciei de verdads no blockbreaker que tem no telefone dela e não tem no meu. Agora ela saiu e levou o telefone e eu vou ter que esperar que ela volte pra poder jogar. Suspiro.

2) O teclado atual do computador dela – comprado às pressas depois que rolou uma falência múltipla das teclinhas do anterior – é a materialização do INFERNO. E do CAOS. E da FÚRIA. E tal. O negócio faz aflorar os instintos assassinos, sádicos e psicóticos de uma pessoa pelo simples fato de haver uma necessidade inexplicável de socar os dedos nas letrinhas, ao mesmo tempo aliada à frustração de sempre escrever errado. Sendo que, nesse caso, a violência não é a resposta definitiva se a tecla vai aparecer ou vai ficar tudo escrito lalastyle de qualquer jeito. Gents, eu já me esforço com teclados legais, mas aqui o esforço é sobre-humano. Vou ali matar alguém, brb.

3) À quem interessar: não estou mais incomunicável.

4) Muitas pessoas com nicks e subnicks escrotos no msn, de uns dias pra cá. Será que trata-se de uma contaminação, um vírus que faz as pessoas apresentarem-se às outras por “nomes” imbecis? É só na minha lista ou tem mais alguém sofrendo com isso? Meu deus, acabei de ver na CNN – é realmente um vírus. Tranquem portas e janelas e rezem, não se desesperem, logo logo a situação estará controlada. (Rapaz, estamos perdidos.)

The truth about cats and dogs

Junho 20, 2008

…is that they die.

Tava ouvindo música hoje do jeito mais comum pra mim: no shuffle, sem olhar o que está tocando. Graças a isso eu tenho demorado a aprender nomes de bandas e das músicas e me dá muito trabalho. Mas, revirando arquivos antigos agora que eu não tenho muitas das coisas que eu mais ouvia e ainda não me recuperei totalmente pra baixar de novo achei uma pasta de randoms véia com Pony Up!. Eu gosto relativamente bem de Pony Up! mas o mais legal dessa música é o nome.

“The truth about cats and dogs” é isso, lembra? “Feito cães e gatos”. Que por sua vez é uma adaptação disso. Não tenho intenção de contextualizar tudo e etc, só achei curioso as voltas que esa frase deu pra mim hoje. Eu pude pensar no quanto eu realmente amo a Janeane Garofalo e deu muitas vontades de ver um filme com ela agora. Suspiro.

Melhor! Ela de parzinho com o Steve Buscemi! \o/

Ia ser lindo tán lindo…

“give me a reason
send me a postcard
tell me a story
why are you so far”

ZEM anos da imigração japonesa

Junho 19, 2008

Todo mundo sabe que eu amo o Japão, os japoneses, a moda, os costumes, a língua, as comidas e etc. Me amarro também no pouquinho de Japão que temos aqui mesmo, no Brasil. Sério, a luz da Liberdade me favorece – eu poderia morar no Asuka.

Por isso hoje vou fazer um post-homenagem. Ao Japão, aos nipo-brasileiros e à feliz alma que teve a idéia de vir pro Brasil.

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nihon LOCO que tanto amamos: Campeonato de choro de bebês. Sérião.

Assim, por acaso ao decidirem vir pro Brasil, a galere sabia onde estava se metendo? Nah. Mas eles aguentaram. Depois curtiram. E ficaram. E espalharam seus genes legais de olhos puxados HOTZ por aí. ;D~

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nihon LOCO que tanto amamos: The Machine Girlque faz Planet Terror parecer apenas uma tentativa de filme. Se bem que… XP

Cês já imaginaram que saco ia ser São Paulo sem a Liba? E sem japoneses? E no Rio, onde o mercado é mais escasso – imagina se não tivesse nenhum? Ia ser triste. Essa febre de temakeria capaz de também não ter existido (não sei se ia ser bom ou ruim… Anyway…)

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nihon LOCO que tanto amamos: POLYSICS. [/amoreterno]

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nihon LOCO que tanto amamos: Erina Matsui, artista plástica japonesa (current obsession)

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nihon LOCO que tanto amamos: trabalho do artista japa-paulista WHIP

Ás pessoas que acharam que ia bombar muito a viagem para uma galáxia muito, muito distante: BRIGADONA, VIU!

Se o Kasato Maru não tivesse chegado 100 anos atrás e tudo mais, eu ia estar solteira e teria perdido a fé na vida.

***

obs: I ♥ MY JAPA

Pelo menos eu dormi no ônibus.

Maio 19, 2008

Okay.

Eu acordei cedo. Bem cedo. Saí de casa antes das sete horas. Tava jurando que ia chegar com folga até o lugar onde era pra eu ter feito a prova teórica de tirar licença pra dirigir carrinhos.

Pois sim.

Ainda em Niterói, tinham guardinhas fazendo sinais com os braços no meio da pista e estava tudo parado. Na Ponte tinha um ônibus enviesado e motoristas correndo pelo acostamento. Na saída da Ponte, dois ônibus batidos. No Centro tava tudo normal – parado. Eu era pra chegar antes das 9:00. Às 10:20 eu tava longe ainda.

Eu entendo quando o cosmos me manda uma mensagem: eu não devo tirar carteira de motorista. Nem prova TEÓRICA dez meses depois de ter feito as aulas tão querendo que eu faça: ou eu vou morrer de acidente de carro, ou eu vou morrer atropelada, ou eu vou morrer desenhando um carro. Qualquer coisa que envolva rodas vai foder com minha aura pra sempre.

E eu tenho motivos quiromânticos para acreditar: eu não tenho linha da vida. (Y) Sérião, é muito ridícula minha linha da vida. Vou scanear minha mão assim que chegar em casa.

Mas eu sou muito brava. Vou remarcar essa merda e vou de barca – porque na parcela de culpa que cabe ao meu pai, ele me fez pegar o ônibus mais lerdo ever porque era “o único que ele tinha certeza que passava na porta”. Oi, todos que eu pego pra faculdade passam pelo mesmo caminho. Mas lógico que eu nunca reparei. Tou revoltada.

—-

Minha professora de Programação Visual acabou de chegar bem mais puta do que eu atrasada pra aula porque ficou meia hora presa no Santa Bárbara por causa de um acidente desses de filme. Tá vendo? O cosmos não mede esforços pra falar: “rá, se fode aí.”

Dia das mamis

Maio 12, 2008

No quiosque de bolsas e carteiras:

- Olha eu vou dar mais uma olhada por aí, mas se eu não achar nada mais que me agrade eu volto aqui pra comprar esse presente pra minha mãe.

- Tá bom. mas me procura hein? Meu nome é Solange. Me promete que me procura?

- Claro.

- Mas promete mesmo hein?

- Ptomero.

Na vitrine da loja da Polishop:

- CARACA amor olha isso! É lindo! É uma coisa colorida! De muitos milhares de cores! Não, de 16 MILHÕES DE CORES! Meu deus eu quero um desse! Dá pra mim! Dá pra mimmm!

- Eu não tou acreditando.

- Mano, é lindo! Olha! É redondo… E as corzinhas ficam mudando, olha, olha!

- É a coisa mais inútil dos mundos!

- É nada, tem lampadinhas e tal. Serve pra dar o mood e deixar tudo colorido. Deve ser fantástico pra fotografar. Olha, tem até CONTROLE REMOTO! Eu quero!

- Eu não tou acreditando – mesmo. Que tipo de pessoa compraria uma coisa dessas?

- …

- Tá, mas você não tem 1.300 reais.

No caixa da Kopenhagen:

- Compra esse chocolate, plis?

- Quê?

- Compra esse chocolatezers pra mim… Eu vou ser mãe um dia.

- Ohnnn.

Cara, sério. Se alguém quiser morar no meu coração pra sempre: me dê um Philips LivingColors. Eu realmente amei aquilo.

Fluxograma kd

Maio 4, 2008

Desencanei de botar o fluxograma da família Buendía aqui. No quiero más. Até porque formataram meu filho e salvaram meus arquivos – mas não todos.

Buendía

Abril 15, 2008

Ok, só pra constar: pela talvez quinta vez eu consegui passar das vinte páginas sem surtar e estou quase acabando de ler Cem Anos de Solidão. Me chamem de sem cultura se quiserem, mas eu realmente nunca tinha conseguido. Agora eu tou tipos, anotando em fluxograma a árvore genealógica da família Buendía – quem comeu quem e teve filho com quem, quem criou os filhos que brotavam por aí, etc. – para o bem de mais alguns dislexo-dda’s que queiram mergulhar no maravilhoso mundo de um maravilhoso livro que na minha opinião aumentou os parâmetros para eu bater meu próprio recorde de “parágrafos lidos mais de 20 vezes in a row”.

Mentira, nem bateu. O recorde deve ser do Dialética do Esclarecimento.

Certeza.

Quando eu terminar o fluxograma boto aqui. É nóis.

Jonathan Davis-Smith

Abril 2, 2008

Na iminência do show do Ozzy + Korn + BLS eu cheguei a uma conclusão. O Jonathan Davis não tá ficando a cara do Kevin Smith?

jonathan
“Olha mãe, agora eu tenho um cavanhaque completo!”
kevin

E eu nem vou falar que o Kevin Smith que não se cuide, senão ele vira o Michael Moore, porque eu curto os filmes dele pra caralho. Do Kevin Smith.

Destino Insólito

Abril 2, 2008

Minha professora de sistemas de telecomunicações está em Trinidad & Tobago.

E eu estou morrendo de inveja. Eu a-mo países semi-ficcionais.

Felicidade foi na abertura do PAN, onde eu pude ver pessoinhas de “países” (eu imagino uma ilha de náufrago igual à do protetor de tela com umas… três pessoas) que eu não sabia que existiam, desfilando alegres e contentes com suas entourages de… três pessoas.

Mas, como ficou claro no post anterior, eu também nem sei muitas coisas.