“Sou uma diva”
O Maximo é a coisa mais graciosa que o México já produziu. Sério. Nada de Gael García ou Diego Luna. Rostinhos bonitos são para os fracos. O que bomba é sex-appeal e brutalidade.
Chix dig meh.
Um lutador que rebola, usa sainha, tem moicano rosa e cujo golpe fulminante é um beijo na boca dos adversários MERECE meu respeito e admiração. Esse lance de luchadores “afeminados” não é novo, é um grupo/estilo apelidado de “exoticos” – que inclui o pride, a ternura e a força descomunal estraçalhadora de ossos – e começou lá pelos ’70s, dos quais Maximo é a estrelinha mais brilhante.
Uma mistura de Tinkerbell e Brutus, manja? Tán lindo ;D
É disso que o mundo tá precisando sabe? Alguém que revide ataque com beijinho e tenha glamour suficiente para ser uma diva ao entrar com os dois pés no peito de algum sujeito.
Em um mundo onde ser ou parecer “macho” e mal e rude e monstro é mais que uma opção, é uma cruz a carregar, é realmente libertador ver a leveza com a qual ele consegue carregar o nome dos “exoticos” rumo a consagração mundial.
Carregar em uma bolsinha superlinda de oncinha – duh.
